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terça-feira, 19 de julho de 2011

O Fantasma da ópera


A história desenvolve-se no século XIX, em Paris, na Ópera de Paris, um monumental e luxuoso edifício, construído entre 1857 e 1874, sobre um enorme lençol de água subterrâneo. Os empregados afirmam até hoje que a ópera é assombrada por um misterioso fantasma, que causa uma variedade de acidentes. O Fantasma da Ópera é considerada por muitos uma novela gótica, por ser um romance trágico.

O Fantasma da Ópera conta a história de Erik, um homem que quando jovem era o arquiteto dos palácios na Pérsia. Por saber segredos da arquitetura é perseguido e acaba se refugiando em Paris, com um Persa. Ele é um artista nato: entende de arquitetura, música, literatura e também sabe manejar o laço de Punjab, uma das formas de estrangulamento utilizada na Pérsia. 

Acabou se instalando no subterrâneo da Ópera, de onde controlava todo o prédio, sabendo todos os acessos e passagens.
Então conhece Christine Daaé, uma corista órfã de um violista. Ele se apaixona por ela e por sua arte e resolve torná-la a principal cantora da Ópera. Como sua voz aparecia por detrás dos espelhos, Christine passa a acreditar que ele é um “Anjo da Música” que foi enviado pelo seu pai após a sua morte. Ele não tem limites para atingir seu objetivo. E assim Christine alcança o sucesso e  reconhecimento subitamente nos palcos da ópera quando é colocada para substituir Carlotta, a arrogante Diva do espectáculo. Christine conquista os corações da platéia em sua primeira atuação, incluindo o do seu amor de infância e também patrocinador do teatro, Visconde Raoul de Chagny.

Christine é jovem, inexperiente, manipulável e fraca. Raoul é o típico garoto tímido e apaixonado que é correspondido. Erik, o Fantasma, é forte, sincero com seus sentimentos e bom, mesmo após tanto sofrimento.
Erik percebe que Christine e Raoul estão apaixonados e a leva ao seu “mundo” subterrâneo. Christine acha um lugar frio e sombrio, e logo percebe que o seu “Anjo da Música” e o Fantasma que aterroriza a ópera são a mesma pessoa. Erik se declara para Christine e deixa que ela tire sua máscara, deixando a mostra sua face deformada. Ao olhar para a verdadeira imagem de Erik, Christine entra em choque. O Fantasma decide então prendê-la no seu mundo, e diz que somente a deixará partir se ela prometer não amar ninguém além dele e voltar por vontade própria. Ela sabe que é o espírito dele que fez com que ela chegasse ao sucesso e é totalmente dependente dele… Christine enfrenta então uma luta interna entre o seu amor por Raoul e a sua fascinação pelo gênio do Fantasma. Christine passa a se dedicar integralmente ao Fantasma, amando Raoul secretamente.

Quando Christine planeja fugir com Raoul, Erik sequestra-a, e Raoul, juntamente com quase todos do teatro saem em sua busca, sabendo que foi o Fantasma que a levou. O amor do Fantasma pela Christine supera qualquer outro sentimento, desafia a gravidade e a consciência. É o amor incondicional que tanto sonhamos!
Existe uma metáfora na história onde o Fantasma representa o feio, o soturno, o doentio, ou seja, a própria arte! Carlotta é a cantora correta, técnica, perfeita. Christine é a voz sublime, aquele algo a mais que Carlotta não tem justamente por nunca ter ficado face a face com o Fantasma (Arte), nunca ter experimentado o sofrimento. A “Arte” de Christine vem do subterrâneo da Ópera, da alma.
Esta é uma história para quem ama a arte clássica e o rebuscamento linguístico!





 






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